A igreja do Mirante está num processo de obras de reabilitação das suas instalações.

Saiba como pode contribuir e ajudar:

- Participando nas atividades de angariação de fundos: Chá das 5 (3º domingo de cada mês, pelas 17h00m), bazares temáticos;

- Divulgando a campanha;

- Fazendo um donativo especial através de Transferência Bancária.

Toda a ajuda será bem-vinda!


Leia aqui reflexões acerca das 7 Palavras de Jesus na Cruz.

Estas mensagens foram partilhadas nas 3 Horas Perante a Cruz, um tempo de oração e reflexão durante a sexta-feira santa.


No segundo domingo de maio, como é tradição na Igreja Metodista, a igreja do Mirante celebrou o Dia da Mãe e da Família, dando graças a Deus pelas famílias e pela família cristã da qual faz parte.

“Eu e a minha família serviremos ao Senhor” foi o tema escolhido pela Escola Dominical do Mirante para este culto, tendo sido inspirado na passagem bíblica de Josué 24:15-17.

O tempo de culto teve início com uma palavra de saudação, à qual se seguiu a entrega de flores em memória dos que já partiram, enquanto se entoava o hino nº 70 do Hinário Evangélico, “Invocação”.

No decorrer do culto, várias foram as participações de elementos que integram as famílias que compõem esta comunidade, desde os mais novos aos mais velhos, de forma a que o maior número de famílias pudesse estar envolvida nesta celebração.

No momento da participação da Escola Dominical foi lido, pelos alunos, um poema que resultou do trabalho das diversas classes de crianças e adolescentes que consistiu na caraterização dos elementos da suas famílias.

O sermão, que ficou a cargo do Bispo Sifredo Teixeira, assentou na necessidade de sermos gratos a Deus pela família que temos e somos. É essencial que no seio de cada família se ensine a guardar o essencial da fé cristã - amar a Deus acima de todas as coisas, amar o próximo, guardar a Palavra de Cristo e seguir o seu exemplo.

O Hino “Pelo dom de minha mãe” abriu o tempo de homenagem às mães, havendo troca de flores e entrega dos presentes dos alunos da Escola Dominical às famílias.

Este culto especial, que contou com a presença de mais de 170 pessoas, terminou com o cântico “O grande amor do Senhor”, onde se afirma que as bênçãos de Deus não têm fim.

Alegremo-nos pois o Senhor é o nosso Deus!


No dia 21 de maio celebrou-se o Domingo da Juventude promovido pelo Departamento da Juventude Metodista Portuguesa com o tema “Que amor é este?”.

O Departamento da Juventude com a escolha deste tema pretendeu que se refletisse sobre o ato de amor extremo e incondicional de Deus por todos nós ao entregar o seu filho Jesus à morte para que todos sem exceção tivéssemos acesso a uma vida e vida essa abundante junto do Pai.

Os jovens do Mirante levaram assim a congregação a refletir sobre este grandioso amor que nos transforma e o quão importante é agarrarmos a oportunidade de viver com o coração em Jesus, levando agora nós a cruz. Como poderemos carregar a cruz? Bem, não a devemos carregar mas sim a anunciar. A cruz que anuncia perdão, amor, humildade e generosidade. Viver segundo a cruz é uma nova forma de viver, é um novo nascimento, é um novo mandamento. Da cruz escutamos a mensagem. “Amai a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”.

Assim devemos amar todas as pessoas mesmo aquelas que não nos é tão fácil amar, aquelas com quem não simpatizamos assim tanto. Neste culto, fomos provocados a ir mais longe e a amar todos aqueles que não vivem segundo as orientações de Deus, mas que também são seus filhos, e por mais erros que cometam merecem o nosso amor. Foi um tempo de reflexão, adoração e louvor em que os jovens levaram uma forte mensagem à restante congregação.


“E se Cristo não ressuscitou, então a nossa pregação é inútil e a vossa fé é inútil também. (…) Mas a verdade é que Cristo ressuscitou dos mortos, e é garantia de ressurreição para os que morreram.”
I Coríntios 15: 17 e 20

Pelos dias que antecederam o domingo de Páscoa, aprofundamos o significado que tem para nós a Morte e, sobretudo, a Ressurreição de Jesus Cristo que, tal como afirmamos sempre que repetimos o Credo dos Apóstolos, “foi morto, sepultado e ao terceiro dia ressuscitou dos mortos” – acontecimentos que são a base que sustenta e dão sentido à nossa fé – e, ainda, na sequência dos acontecimentos anteriores, “cremos na ressurreição dos mortos e na vida eterna”. Em 2017 e na nossa cidade, tal como Paulo no primeiro século da era cristã testemunhou à Igreja que se reunia na cidade de Corinto, também procuramos ser testemunhas vivas de Jesus Ressuscitado, afirmando por palavras e ações a utilidade da fé que nos move. Na verdade, para nós, a Ressurreição de Jesus Cristo inaugura e projeta no futuro “de todo aquele que nele crê” a passagem para uma Vida em plenitude, em comunhão eterna com Deus, na Nova Jerusalém ou Cidade Eterna. Para nos dar essa Vida em plenitude é que Jesus foi humilhado, até ao ponto em que os seres humanos são capazes de se violentar uns aos outros – a morte na Cruz da nossa vergonha humana. Por isso, a Cruz apela à nossa compreensão da engrenagem do mal em que Jesus foi envolvido, o mesmo mal que continua a dominar os seres humanos e que os torna capazes de se violentar uns aos outros, numa escalada de humilhação como aquela a que Jesus foi sujeito. Na Cruz, de forma máxima, Jesus pôs em prática o que pregou, nomeadamente no Sermão da Montanha (Mateus 5: 2-11). Foi morrendo, também pelos que o maltrataram, que Ele baixou à raiz de todo o mal, assim como para o desinstalar do coração dos seres humanos. Para nosso exemplo, Jesus retribuiu o mal com o bem, um bem maior, excessivo, capaz de descer da sua Glória para caminhar connosco muitas milhas, dar “a outra face” e também a sua túnica, repartida por quem lhe tirou a capa (Mateus 5; 38-42 e Lucas 6: 27-30), ao ponto de dar a própria vida, revelando-nos a essência de Deus e o seu extremo Amor por nós.

Por tudo isto, durante a Semana Santa, a Igreja do Mirante, em conjunto com as restantes igrejas metodistas do Porto, intensificou as suas celebrações de acordo com o que esta época do calendário, obrigatoriamente, traz à memória de todos os que se afirmam cristãos. Assim, do Domingo de Ramos ao Domingo de Páscoa, em sucessivas celebrações foram evocados os acontecimentos vividos por Jesus Cristo há mais de 2000 anos, desde a sua entrada em Jerusalém, para aí celebrar a Páscoa dos judeus com os seus discípulos, à Sua Paixão e Morte na Cruz até que venceu a Morte e se ergueu definitivamente para a Vida.
Bazar No Domingo de Ramos, num culto organizado pela Escola Dominical, lembramos a aclamação de Jesus como o “bendito Rei, que vem em nome de Senhor”, reconhecendo a necessidade de reconhecermos a Sua soberania nas nossas vidas e de nos rendermos a Ele. Na 3ª feira, num culto realizado na igreja do Monte Pedral o Pastor Marcelo Fonseca pregou sobre o tema “Momentos finais ou o começo?”. Na 4ª feira, reunidos na igreja de Lordelo o Bispo Sifredo Teixeira refletiu sobre a importância de “Vigiar e Orar”.
Bazar Na 5ª feira, recordando a última refeição de Jesus com os seus doze discípulos, antes de morrer, também rodeamos a Mesa do Senhor, doze a doze, em memória do momento em que Jesus instituiu a Santa Ceia e da sua dádiva por nós. Na 6ª feira, estivemos “Três horas perante a Cruz”, lembrando que Jesus foi traído, preso, levado a julgamento, acusado e condenado à morte, humilhado, torturado, acabando por morrer pregado numa cruz, rodeado por dois salteadores. Nesse dia, aceitamos o apelo para acompanhar o sofrimento de Jesus na Cruz, carregando o nosso pecado, todas as nossas infidelidades, maldades, injustiças, dores,… também as nossas omissões e alheamento do sofrimento e necessidades dos outros. Entre hinos / cânticos e momentos de oração, acompanhamos as reflexões sobre as sete palavras que Jesus proferiu na Cruz, preparadas pelos pastores e diáconos do Porto, e formos impelidos a reconhecer que foi passando pela Cruz que Jesus nos salvou, concedendo-nos uma abundante Redenção. No Sábado de Aleluia, durante a manhã, vários membros das três igrejas metodistas, Mirante, Monte Pedral e Lordelo, envolveram-se num percurso pela cidade, “caminhando e orando”, unidos na espera e confiança na Ressurreição. Este percurso, com início e término no Mirante, teve paragens de recolhimento no Monte Pedral e Lordelo onde também foi servido um pequeno lanche aos caminhantes. O início do primeiro dia da semana, Domingo de Páscoa, foi vivido em oração no nosso Templo, já ornamentado com flores brancas, sinal da pureza da Vida Eterna em que acreditamos que, pela Graça de Deus, já se encontram muitos dos nossos entes queridos. O culto das 11 horas foi um culto festivo, com a participação do Coro e a celebração da Santa Ceia, um tempo de manifestação da nossa Alegria pela Ressurreição, evocando a pedra do sepulcro revolvida e as experiências vividas por várias testemunhas com Jesus Ressuscitado. Assim, o Domingo de Páscoa tornou-se o culminar de um período de reflexão sobre o que conduziu Jesus à Cruz e a humanidade à plena Redenção - a celebração da Glória da Ressurreição de Jesus e da vitória da Vida.

ALELUIA! GRAÇAS A DEUS!


Para todos os que se afirmam cristãos, Maria enquanto mãe de Jesus Cristo, o Filho de Deus, é certamente a mulher mais bem-aventurada de toda a História. No entanto, para além das breves referências a Maria nos textos dos Evangelhos, sempre acompanhando determinados momentos da vida do seu Filho, pouco mais se sabe sobre esta misteriosa mulher que viveu nos anos de transição para a era cristã. O que sabemos é que, apesar de o Credo dos Apóstolos, com origem nos primórdios do Cristianismo, se limitar a afirmar que Jesus “nasceu de Maria Virgem”, ao longo dos últimos dois milénios o pensamento da Igreja acerca de Maria, nomeadamente da Igreja Católica Romana, sofreu sucessivos desenvolvimentos, o que tem contribuído para afundar a separação entre a referida Igreja e as confissões cristãs com origem na Reforma da Igreja do século XVI, conhecidas por Igrejas Protestantes. Se os protestantes consideram que os católicos romanos exaltam excessivamente a espiritualidade de Maria, por sua vez os protestantes podem ser acusados de não a valorizarem adequadamente. Assim, no ano em que também se evocam 500 anos passados sobre a Reforma Protestante, o CEMES decidiu trazer a debate o tema “Maria no Cristianismo Protestante”, o que aconteceu na sessão do dia 25 de Março de 2017, pelas 16h.

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Assinalando-se em 2017, 500 anos passados sobre a Reforma da Igreja do século XVI, pareceu-nos oportuno o tema da sessão do CEMES de Fevereiro de 2017. A ideia foi esclarecer os participantes em relação às designações de protestantes e evangélicos, no contexto das diversas denominações cristãs que cultuam em Portugal, minoritárias em relação à dominante Igreja Católica Romana. Na verdade, muitas vezes, deparamo-nos com alguma confusão tanto na comunicação social como entre os nossos amigos, no que diz respeito a essas designações, a que se junta a de seita, esta última geralmente associada a grupos religiosos originários do Brasil ou dos EUA, que chegaram mais recentemente ao nosso país. Se, para alguns, protestantes e evangélicos são designações equivalentes, para outros existirão algumas diferenças, mais ou menos conhecidas, nomeadamente quanto às raízes históricas na Reforma Protestante e em sucessivas gemulações e/ou cisões posteriores dessas igrejas em diversos movimentos e denominações cristãs.

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A 4 de fevereiro de 2017, a igreja do Mirante recebeu a Convenção Metodista que reuniu cerca de 160 irmãos das várias comunidades metodistas locais, para refletir sobre o tema “Missão e Visão da Igreja”. Este grupo era composto por pessoas de diferentes idades, tendo sido concebido um programa especial (sobre o mesmo tema) para crianças, e uma grande parte do trabalho voluntário assegurado pelos jovens do Mirante. Porém, a heterogeneidade do grupo não se manifestava apenas na idade mas também na etnia, contextos sociais, tendo sido ainda possível observar que o grupo reunido tinha pessoas que frequentam a Igreja Metodista há menos de um ano e pessoas que toda a sua vida fizeram parte da mesma.

O programa iniciou com um tempo de louvor e oração, ao qual se seguiu a abertura oficial pelo Bispo Sifredo Teixeira. O orador convidado foi o Rev. Steven Wild, da Igreja Metodista da Grã-Bretanha, que apresentou o tema em duas partes: Visão da Igreja e Missão da Igreja. Assim, o Rev. Steven Wild conduziu os presentes por uma viagem reflexiva repleta de histórias reais de conversão e de transformação, dando enfoque à grande Comissão deixada por Cristo:"Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” (Mateus 28:19,20).

Num tempo e numa sociedade que afirma que "todas" as pessoas não se interessam pela religião, especialmente pela fé cristã o caminho percorrido com o Rev. Steven Wild, revelou que todos precisamos de Deus, e que muitos sentem a falta da Sua presença nas suas vidas revelando-se disponíveis para ouvir falar de Jesus e para O conhecer.

Após cada apresentação, houve um tempo para divisão em grupos e reflexão sobre determinadas questões colocadas pelo orador, bem como para a partilha de experiências.

Ao longo de toda a Convenção Metodista o espírito vivido foi de grande optimismo, esperança, entusiasmo, vontade manifesta de crescimento espiritual individual e enquanto Igreja de Cristo.

O encerramento aconteceu por volta das 17h com um novo tempo de louvor, um breve resumo do que foi debatido pelos grupos, e um tempo de oração e envio.


O anúncio que foi divulgado por correio eletrónico e afixado em alguns locais físicos da nossa Igreja continha uma pergunta que era dirigida a quem o lesse, assim como se a imagem do outro lado do espelho, quando o miramos, se soltasse do ser que comanda as suas ações – a nossa pessoa – e o (nos) encostasse à parede, fazendo a seguinte pergunta: “Estás realmente preparado para viver o Natal?”.
(...)
Neste ano de 2016, o dia 18 de dezembro começou, então, como em todos os domingos, com as classes de Escola Dominical para adolescentes, jovens e adultos, nas quais se aproveitou para falar do Advento e do seu significado. Seguiu-se o culto dominical das 11h00, dominado pelo tema “Mereces este Presente?”, sendo assim titulado o sermão, dirigido à congregação pelo Bispo Sifredo Teixeira.

Da parte da tarde, a partir das 15h30, teve lugar a Festa de Natal, organizada pela Escola Dominical do Mirante, e que este ano foi subordinada ao tema “À procura do Menino”. Se alguém nos perguntasse sobre a razão da escolha deste tema, a resposta estaria na citação do texto bíblico, contido em Isaías 9:6: “Porque um Menino nos nasceu” ...

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Para quem cresceu a ver Bíblias nas mesas-de-cabeceira e nas estantes de casa, a manipular e a ler a Bíblia regularmente, até a memorizar alguns dos seus versículos, pode parecer estranho verificar que isso só passou a ser possível em Portugal há cerca de dois séculos, já que até aí o acesso à Bíblia era praticamente impossível ou até interdito, dada a tradição católica-romana do nosso país. Nesse sentido, pode-se afirmar que os movimentos de avivamento evangélico dos séculos XVIII e XIX, começaram a ter eco em Portugal através da distribuição de Bíblias, traduzidas para a nossa língua materna. Na verdade, o acesso aos textos bíblicos foram uma novidade, uma verdadeira revelação para os nossos bisavós, trisavós,… para os mais novos talvez já os tetravós!

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Já tradicional desta época do ano, o Bazar do Mirante teve lugar no passado dia quatro de dezembro e levou dezenas de pessoas à Igreja do Mirante.

O convite era para passar um dia em comunhão com o resto da comunidade e começou logo pela manhã com o pequeno almoço no Bar os Mirantistas, a Escola Dominical para adolescentes, jovens e adultos às 10h e o habitual culto das 11 horas. No final, foram todos convidados a ficar para o Bazar. A oferta era grande e, para além dos espaços para compras, o almoço foi um dos atrativos do dia.

Sempre com o objetivo de ajudar a Igreja em mente, quem visitou o Bazar teve a oportunidade de fazer algumas compras de Natal, e não só, nas diversas barraquinhas espalhadas pelo edifício. Dos brinquedos aos livros e roupas passando pelo artesanato e sem esquecer os artigos gourmet e de mercearia, a oferta era variada.

Ao longo do dia, houve ainda tempo para um chá a meio da tarde acompanhado por músicas natalícias, sorteio de rifas, entre outras atividades. Mas o dia não estaria completo sem um momento de oração, louvor e partilha, que foi dirigido pelo Bispo Sifredo Teixeira, tempo este de agradecer a Deus pelo dia que Ele a todos concedeu na Sua casa e com a alegria da presença de tantas pessoas que tiveram oportunidade de visitar o Mirante.

Feitas as contas, o Bazar do Mirante angariou verbas que servirão as necessidades da Igreja, ficando a promessa de uma nova edição no próximo ano.


Um grupo de jovens da Igreja do Mirante, acompanhados pelo Bispo Sifredo Teixeira, foi acolhido por alguns jovens da Igreja Evangélica Metodista de Valdosende e pelo Pr. Emanuel Dinis, com o propósito de participar num retiro que decorreu no fim de semana de 18 a 20 de Novembro de 2016. Valdosende: um lugar, a cerca de 300 metros de altitude, onde podemos sentir Deus mais perto de nós: em cada paisagem, em cada pessoa e em cada palavra.

Sobre este retiro, com o tema “A mais bela história de jardinagem”, pouco foi revelado previamente, tendo sido apenas feita referência aos dois misteriosos protagonistas desta história: um homem mau e um herói.

O fim de semana permitiu vários momentos para “respirar”, conviver, passear e lazer. Realizou-se um workshop, o Pedro Fonseca abordou a legitimidade da Bíblia como fonte suprema da verdade cristã e a metodologia a adotar no estudo do Livro Sagrado. Ao fim da manhã de sábado, formaram-se minigrupos que viriam a debater quatro histórias diferentes da Bíblia. Houve também tempo de louvor, oração e até um “momento a sós com Deus”. Contudo, o foco do retiro esteve nos momentos devocionais e de reflexão que foram orientados pelo Afonso Vilaça, pelo Pr. Ricardo Canfield e pela Elizangela Magalhães. Foi nestes momentos que foi contada a história dos dois protagonistas da história que os levou a Valdosende.

Mas quem eram, afinal, o homem mau e o herói? A nossa identidade enquanto cristãos passa por saber que a nossa salvação só é possível graças ao amor de um Homem que deu a Sua vida para redimir a nossa natureza pecadora e que essa natureza tem origem num só pecador original. E assim já podemos entender que o homem mau da nossa história é Adão, o primeiro jardineiro do Jardim do Éden, e o nosso herói é Jesus. Ao longo do fim de semana, os participantes do retiro foram convidados a conhecer as suas origens, a reconhecer a sua natureza imperfeita e a dar Graças ao nosso Pai pela grande prova de Amor que nos deu ao entregar o seu Filho para nos salvar.

Voltamos para as nossas casas de mãos dadas com o Espírito Santo, sentindo uma enorme paz interior, que pedimos a Deus que permaneça nos nossos corações e que se torne parte de nós, para que possamos crescer e frutificar no amor de Cristo.

“Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, Ele retira; e todo que dá fruto, Ele limpa, para que dê mais fruto ainda. Vós já estais limpos, pela Palavra que Eu vos tenho transmitido.” João, 15:2-3


A sessão do CEMES com o tema acima indicado ocorreu no dia 29 de Outubro de 2016, pelas 14,00 h nas instalações da igreja do Monte Pedral e estiveram presentes 46 pessoas de diversas confissões cristãs, todas elas de alguma forma motivadas para a apresentação e debate em torno do tema proposto. Foi orador o Rev. Steven Wild, ex-Presidente da Conferência Metodista da Grã Bretanha e que se apresenta a si mesmo como evangelista.

Começou a sua apresentação por lembrar a “Grande Comissão” deixada por Jesus, mencionou o exemplo de vida de John Wesley (1703-1791), referiu que a origem da Igreja Metodista em Portugal surgiu a partir do testemunho de dois leigos ingleses, Thomas Chegwin, em 1854, e James Cassels, dez anos mais tarde e presenteou-nos com vários episódios da sua experiência pessoal de evangelização. A sua comunicação, sempre muito expressiva e entusiasta, esteve na linha do discurso que fez na sua tomada de posse como Presidente da Conferência Metodista da Grã Bretanha, em junho de 2015. O lema da sua presidência foi “Traga uma pessoa à fé este ano”

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"Quando tiveres terminado as colheitas de cereais e as vindimas
celebrarás a festa das Tendas,
e festejarás com alegria as tuas ofertas juntamente com os teus filhos e filhas
e os teus escravos e escravas, os levitas, os estrangeiros,
os órfãos e as viúvas que vivem ao teu lado."

Deuteronómio 16: 13

Outubro é o mês em que as igrejas metodistas celebram as Colheitas, numa festa que ocorre nas igrejas locais situadas em meios rurais e nas cidades, como é o caso da igreja do Mirante. Este ano, no primeiro domingo de Outubro, o domingo em que celebramos a Santa Ceia, iniciamos o tempo das colheitas com uma colheita extraordinária e muito especial - a de novos membros. Foi uma colheita de mais trabalhadores para a vinha do Senhor, eles próprios frutos do trabalho que a nossa igreja continua, persistentemente, a desenvolver neste lugar, com a ajuda de Deus. Assim, foi com muita alegria e gratidão a Deus, que foram recebidos pelo batismo, profissão de fé, transferência e assunção de votos, onze novos membros que, publicamente, confirmaram a sua fé em Jesus Cristo e manifestaram a vontade de fazer parte da Igreja de Jesus Cristo, integrados na nossa comunidade.

A tradicional festa das Colheitas realizou-se no domingo seguinte, dia 9 de Outubro. Atualmente, pode parecer insólito que uma igreja como a nossa, localizada no centro da cidade do Porto continue a celebrar a Festa das Colheitas! Na verdade, esta festa tem raízes profundas na nossa igreja, que temos preservado, apesar de muitos de nós já não termos o privilégio de ir colher qualquer fruto da terra a uma horta, nem mesmo a um pequeno quintal. Do campo para a cidade, a Festa das Colheitas evoca o Deus Criador e a dependência humana de tudo o que Ele criou, seja a luz, a água, a terra ou os restantes seres vivos. No Mirante, celebramos a festa das Colheitas como seguidores de Jesus Cristo e trabalhadores incansáveis da sua vinha. Nesse dia, a profusão de produtos da terra invade não só o nosso templo mas também os nossos sentidos com a beleza da sua diversidade de cores, formas e odores, para nos entusiasmar no trabalho que temos pela frente enquanto Igreja, corpo de Cristo. Realizamos a festa das Colheitas num ambiente de ação de graças a Deus, mas também de solidariedade e partilha de tudo o que dele temos recebido. Como dizem alguns dos cânticos e hinos próprios das Colheitas “cantamos Glória ao Criador”, reconhecemos que Deus é “de todo o Bem a Fonte” e que “A terra semeamos a fim de nos dar pão, mas Deus é quem a nutre com benfazeja mão…” Confessamos que às vezes lançamos a semente “com força ou langor, com ousadia ou com medo e tremor…”, mas que apesar disso “a colheita tem de vir”. Afirmamos que somos quais ceifeiros “ceifando para o Rei dos Reis”. Recomendamos uns aos outros: “Vamos nós obedecer, vamos à colheita, para quando anoitecer ter a obra feita…”, advertindo-nos mutuamente “tu queres frutos ao céu levar ou folhas só apresentar…” Este ano, Deus providenciou a recolha de uma boa quantidade de alimentos para partilhar com alguns dos nossos irmãos mais necessitados e algumas instituições de solidariedade social. Também foi levantada uma coleta especial para o fundo da “Bola de Neve”, que tem por objetivo, precisamente, apoiar irmãos carenciados, em determinadas situações das suas vidas.

Durante a tarde, em pequenos grupos, foram visitados membros e amigos da nossa igreja que já não têm condições para se deslocar regularmente aos cultos e a outras atividades. Desta forma, aproveitamos também este dia para partilhar com os que se encontram retidos nas suas casas, pela idade avançada e/ou pela doença, um pouco do nosso tempo e da nossa atenção. Por todos eles fomos recebidos com muito carinho.

As colheitas correspondem ao culminar de uma sequência de árduos trabalhos agrícolas, que se iniciam com as sementeiras, acompanhando o ciclo anual de renovação da vida, tal como Deus a criou. Quem sai a semear, antecipadamente, tem de preparar a terra para esse efeito e juntar as sementes que vai lançar à terra. Depois, é imprescindível acompanhar todo o processo de desenvolvimento do que se cultivou - limpar, adubar, lavrar, gradar, cavar, sachar, regar… até que, novamente, chegue o tempo próprio das colheitas. Então, é altura de ceifar, malhar, desfolhar e debulhar, vindimar, ripar, varejar, arrancar e apanhar os produtos da terra. Para uma boa colheita concorre não só o trabalho humano, mas também os elementos da natureza, chuva, frio e calor que Deus providencia, tudo no tempo certo.
A festa das Colheitas que celebramos em cada Outubro tem origem bíblica. São inúmeros os textos bíblicos, nomeadamente do livro dos Salmos, que louvam a Deus pela beleza e pela perfeição da Criação ou que se referem à vida no campo e a atividades agrícolas. A festa das Tendas ou das Colheitas era uma das festas que o povo de Israel celebrava nesta época do ano, seguindo as recomendações de Deus. Os livros da Lei estabelecem as épocas das sementeiras e das colheitas e regulamentam o uso e a distribuição dos produtos da terra, revelando um cuidado especial para com os mais carenciados. Nesse sentido, a viúva Rute chegou com a sua sogra a Belém na época das colheitas e foi autorizada a respigar os campos do rico Boás. No livro de Provérbios também encontramos recomendações aos agricultores, referências à intervenção dos elementos da natureza no tempo determinado e às consequências desses elementos se manifestarem fora de tempo. A sabedoria de Provérbios também recorre a comparações das atividades agrícolas para transmitir algumas mensagens úteis para a vida quotidiana, dando exemplos da colaboração dos animais com os homens nas atividades nos campos. Já no Novo Testamento, na parábola do semeador, Jesus associou a Palavra de Deus a sementes lançadas à terra, caindo em diversos locais, ficando expostas a diferentes circunstâncias que concorrem para que umas deem bons frutos e outras acabem por se perder. Noutros textos, Jesus refere-se ao trigo e ao joio a crescer juntos num mesmo campo e compara os seus seguidores a trabalhadores da sua vinha.


CEMES - Reforma Protestante: a liberdade de uma consciência cativa

A sessão do CEMES com o tema acima indicado ocorreu no dia 24 de Setembro de 2016, pelas 17,30 h nas instalações da igreja do Mirante e estiveram presentes 44 pessoas de diversas confissões cristãs, todas elas de alguma forma motivadas para a apresentação e debate em torno do tema proposto. O Pastor Eduardo Conde, da nossa Igreja Metodista de Aveiro, que dispensou mais apresentações, foi o orador convidado.

Em 2017 celebrar-se-ão 500 anos passados sobre a Reforma Protestante. Nesse sentido, pareceu-nos adequado que o CEMES iniciasse as sessões do ano letivo de 2016-2017, evocando precisamente a Reforma ou os contextos e acontecimentos que acabaram por conduzir à divisão da Igreja do Ocidente no século XVI, centrando-a no polémico e arrojado Martinho Lutero, um homem com um espírito tão atormentado quanto fervoroso e determinado. Na verdade, o nome de Martinho Lutero emerge sempre que evocamos a Reforma Protestante, apesar de nesse processo também terem estado envolvidos outros reformadores.

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Semana Bíblica de Férias para Jovens - Coração Estranhamente Aquecido

“Diziam então um para o outro: «Não é verdade que o coração nos ardia no peito, quando ele nos vinha a falar pelo caminho e nos explicava as Escrituras?»”
Lucas 23:32

De 31 de julho a 07 de agosto de 2016 cerca de 20 jovens partiram rumo à Igreja Evangélica Metodista de Valdosende para a Semana Bíblica de Férias de Jovens 2016 promovida pelo Departamento da Juventude Metodista Portuguesa acompanhados pela direção do mesmo e pelo Bispo Sifredo Teixeira.

Ao longo da semana foi possível sentir os corações aquecidos pelo imenso amor de Deus e pela Sua Palavra, corações que davam tema a mais uma SBF. De forma a refletir sobre a vivência cristã, alguns oradores convidados palestraram sobre distintos conteúdos com relação ao tema escolhido. Na segunda-feira, com o tema “coração estranhamente livre”, o Pr. Carlos Bueno incentivou a meditação à volta do conceito de liberdade enquanto cristãos, meditando sobre a possibilidade de sermos livres em Cristo. Durante a manhã de terça-feira o irmão Alfredo Bastos Silva apresentou o tema “coração estranhamente aquecido” palestrando sobre a experiência de John Wesley, pai do movimento metodista, e promovendo a reflexão sobre a relação do Homem com Deus e dando o seu testemunho. Durante o período de quinta-feira, o Pr. Eduardo Conde com o tema “coração estranhamente transformado” possibilitou o debate sobre a controversa questão da dualidade fé e obras e a importância de cada uma no dia-a-dia de um cristão. Por fim, durante a manhã de sexta-feira, a irmã Ana Paula Magalhães apresentou o último tema da semana, nele refletiu sobre o nosso papel na comunidade cristã enquanto Igreja de Cristo de forma a que tenhamos “um coração completamente ao serviço”.

No entanto, não é possível resumir a SBF apenas aos temas abordados, existindo tempo para outras atividades de louvor, convívio e lazer: as várias meditações realizadas ao longo da semana; orações; noite de jogos e noite recreativa; estudo bíblico; passeios pela aldeia; tempo de lazer nas Piscinas de Paradela e no passeio pelo parque de aventuras DiverLanhoso. Não podendo ainda ser esquecidas as amizades construídas e as que puderam ser reforçadas ao longo dessa semana.

De certo, na despedida reinava o sentimento de dever cumprido. Apesar de os corpos acusarem o cansaço de uma semana preenchida, os corações estavam sem dúvida aquecidos com os sentimentos experimentados ao longo da semana e todas as memórias criadas.


Semana Bíblica de Férias para Crianças e Adolescentes

De 17 a 23 de julho decorreu, em Valdosende, a Semana Bíblica de Férias para Crianças e Adolescentes organizada pela Comissão de Crianças e Adolescentes da Igreja Evangélica Metodista Portuguesa, tendo como tema “Venham Todos”.

Ao longo desta semana, cada dia tinha um subtema, sendo estes “Todos somos Igreja”, “Viver em Comunidade”, “Viver em Comunhão”, “Viver em Amor” e, finalmente, “A Missão é Nossa”. Além dos períodos de reflexão sobre os temas diários, que ocorriam da parte da manhã, havia ainda tempo, à tarde, para um momento de lazer nas piscinas de Paradela. Após o jantar, os campistas realizavam atividades variadas propostas pelos monitores, que, ao fim destes serões, premiavam quem, na sua ótica, tinha sido o(a) campista mais educado(a) e o(a) campista mais alegre do dia.

Esta semana acabou com um misto de sentimentos entre a felicidade das novas amizades e do reencontro com as respectivas famílias e a tristeza por deixar para trás um local que proporcionou muitas alegrias aos campistas durante este tempo.


Passeio da Escola Dominical

No dia 9 de julho, sábado, realizou-se o Passeio anual da Escola Dominical do Mirante tendo como destino a Mata do Camarido em Caminha. Participaram neste dia de convívio e partilha cerca de 120 pessoas entre professores, alunos, familiares e amigos não só da igreja do Mirante mas também das igrejas de Lordelo e Gaia.

O devocional de abertura foi dirigido pelo Pastor Ricardo Canfield e pelo Pastor Marcelo Fonseca que salientaram a importância do servir a Deus com alegria como nos é dito no Salmo 100.

O dia decorreu com alegre convívio entre todos os participantes, entre o pinhal e a praia, com o tempo a permitir um mergulho aos mais ousados. E não faltou o tradicional piquenique, com a também tradicional troca de iguarias.

Ao final da tarde realizou-se o encerramento da Escola Dominical com a apresentação das classes e dos alunos mais assíduos. Durante este ano letivo a Escola Dominical do Mirante teve sete classes em funcionamento, desde crianças a adultos e contou com vinte e um professores.

O passeio marcou também o encerramento do ano letivo na Escola Dominical, que recomeça, após férias, no próximo domingo, dia 18 de setembro, com o Dia de Rumo à Escola Dominical.


CEMES - Acreditamos mesmo na segunda vinda de Jesus?

O CEMES é um espaço em que procuramos apresentar e debater temas desafiadores, tanto sob o ponto de vista ético como teológico. Na sessão de Junho passado, fomos confrontados com a nossa crença pessoal na segunda vinda de Jesus. O tema proposto versa um acontecimento futuro que nos causa alguma perplexidade! Apesar do Cristianismo do nosso tempo tender a relativizar tudo, nomeadamente um assunto como este, vários textos bíblicos referem a promessa de uma segunda vinda de Jesus. De qualquer forma, sempre que repetimos os credos históricos continuamos a afirmar a nossa crença nessa segunda vinda, declarando que Jesus “…está sentado à direita de Deus Pai, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos”. Os primeiros cristãos esperavam essa segunda vinda ainda no seu tempo. Ao longo do tempo, muitos grupos religiosos têm explorado este acontecimento, anunciando-o para muito em breve, ousando até prever datas concretas, algumas de um passado recente outras de um futuro muito próximo, o que tem contribuído para desacreditar e/ou desvalorizar essa promessa de Jesus. Entretanto, talvez por causa disso, as igrejas históricas como que abandonaram este tema ou têm evitado referir-se a ele, pelo menos nos últimos anos. Se alguns consideram este acontecimento assustador, para outros soa a “conto infantil”, um acontecimento que não se enquadra no pensamento do nosso tempo, que se pretende cientifico. No entanto, apesar de envolver algum mistério, a segunda vinda de Jesus é uma esperança cristã, que devemos encarar com naturalidade, sem perder de vista tudo o que a Bíblia nos pode ensinar a esse respeito.

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CEMES - Terá a Bíblia um fio condutor?fonte: Vaughan Roberts – God’s Big Picture; tradução livre

Sessão do CEMES, dia 28 de Maio de 2016

“E tudo o que está na Sagrada Escritura foi escrito para nosso ensinamento, a fim de termos esperança por meio da paciência e da coragem que nos vêm da mesma Escritura.”

Romanos 15:4

A Bíblia, enquanto valioso repositório de inúmeras experiências de homens, mulheres e também de crianças que viveram em profunda relação com Deus é referência de fé para os que se afirmam cristãos. Esse conjunto de testemunhos de vidas, reflexões humanas e outros registos inspirados, consideramos a Palavra de Deus revelada a múltiplos seres humanos, ao longo de séculos e séculos. Precisamente por isso, a transmissão da fé através dos tempos, primeiro oralmente e depois por escrito, continua a proporcionar uma visão e um entendimento singular de Deus e do mundo, unificando o pensamento cristão. Nesse sentido, é óbvia a importância da Bíblia para os que se afirmam cristãos, nomeadamente para as confissões herdeiras da Reforma do século XVI, já que “Sola scriptura” é um dos cinco pontos fundamentais do pensamento dos que historicamente ficaram conhecidos por protestantes. Os cristãos que reconhecem a autoridade da Bíblia recorrem sistematicamente aos seus textos, para aferir convicções e doutrinas, assim como para buscar orientações para as suas vidas. Para esses, ler, conhecer, contextualizar e interpretar os textos bíblicos, revela-se fundamental para pensar e repensar Deus e o sentido da vida, avaliar o impacto desses textos nas suas vivências pessoais, assim como a sua relevância na forma como apreendem o mundo e se relacionam com Deus e com os outros seres humanos.

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Domingo da Juventude

“Se Deus está por nós, quem estará contra nós?”

Foi com essa pergunta em mente que o Domingo da Juventude foi celebrado na Igreja Metodista do Mirante, no dia 15 de Maio. Organizado pelo grupo de jovens, o culto da manhã foi um momento de louvor e agradecimento a Deus por tudo o que Ele tem feito pela sua igreja, bem como de reafirmação da fé em Cristo Jesus. O tema proposto pelo Departamento da Juventude Metodista Portuguesa baseia-se no capítulo de Romanos 8, versículo 31. “Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?”.

Assim, o grupo de jovens desafiou os presentes a refletirem sobre o amor de Cristo e o seu sacrifício na cruz. Sendo difíceis os tempos atuais, nos quais a esperança na humanidade desfalece, Jesus nos convida a entregar-Lhe os nossos corações e a confiarmos plenamente Nele. Essa deve ser a nossa esperança, aquilo que nos alimenta diariamente para seguirmos em frente. É Cristo quem nos resgata e vai ao nosso encontro quando clamamos por Ele. O mundo nos apresenta seus super heróis, que estão sempre a lutar para combater vilões, proteger pessoas e salvar a sua amada. Cristo já fez isso por nós e nada neste mundo pode-nos ameaçar.

Ao colocarmos isso em nossa mente, sentiremos a Sua paz. Como está escrito “Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” Rm. 8:35, 38 e 39.

Através da leitura das Escrituras, do louvor, da oração e da pregação, o Grupo de Jovens do Mirante trasmitiu a mensagem de que Deus é o nosso refúgio e a nossa herança; Nele há plenitude de alegria. “Tenho posto o Senhor continuamente diante de mim; porquanto Ele está à minha destra, não serei abalado.” Sl. 16:8. Sendo o Domingo da Juventude, apesar de seguir a liturgia, o grupo utilizou fundamentalmente a música para convidar a igreja a expressar sua gratidão a Deus e a declarar que Nele confiamos!


CEMES - Israel: A singularidade histórica do povo de Deus

Desde a Antiguidade, o povo de Israel foi sempre controverso, suscitando tanto paixões fervorosas como ódios profundos e horrorosas perseguições. Na verdade, a polémica em torno do povo de Israel, aparentemente insignificante no contexto dos povos da Antiguidade, perdura até à atualidade, bem patente no conflito no Médio Oriente. Enquanto cristãos, de tradição protestante/ evangélica, ensinaram-nos a reconhecer os israelitas como um povo especial – o povo escolhido por Deus. Através da Bíblia ficamos a conhecer a sua História e familiarizamo-nos com o testemunho de vida dos seus patriarcas, juízes, reis, profetas,... Do povo de Israel recebemos a revelação da existência de um Deus único, Todo-Poderoso, Criador, que intervém na História. De alguma forma, sentimos que recebemos dos judeus os valores que são alicerces da sociedade ocidental. Nesse sentido, consideramo-nos herdeiros das promessas de Deus ao povo de Israel, apesar de uma diferença fundamental - a universalidade do Cristianismo. Enquanto cristãos cremos que Jesus Cristo, o Filho de Deus, veio alargar essas promessas a todos povos e a cada ser humano independentemente de ser judeu ou de outra qualquer nacionalidade, da raça, do género, do estatuto social. Essa “boa notícia” não se cansou de repetir Paulo nas suas epístolas aos Romanos 10:12, aos Colossenses 3:11 e, ainda, aos Gálatas 3:38.

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Formação Orienta-te

No último sábado, dia 16 de Abril, cerca de 30 jovens estiveram reunidos na Igreja Metodista do Mirante para participar no “Orienta-te”, um evento de formação promovido pelo Grupo de Jovens Metodistas do Mirante (GJMM). O tema geral foi “A Bíblia como a Palavra de Deus”, e contou com três oradores.

Pela manhã, o Pedro Fonseca, inspirado no livro God’s Big Pictured de Vaughan Roberts, apresentou a Bíblia como um todo coerente, que nos conta uma história: a da salvação em Cristo. Assim, com base no tema unificador da Palavra, o Reino de Deus, foi feito um percurso desde o padrão do reino (o jardim do Éden), que se torna num reino perecido em Génesis 3, até ao reino perfeito (a Nova Jerusalém).

Ainda antes do almoço, o pastor David Cerqueira trouxe o tema da “Inerrância”. Como a própria palavra sugere, trata-se da impossibilidade de haver erros na Bíblia, visto que, um único erro colocaria tudo o resto em descrédito. Falando especificamente sobre a “Infabilidade” da Palavra de Deus, o pastor ressaltou como os autores foram inspirados pelo Senhor e como Ele utilizou a experiência de vida, o caráter e a inteligência de cada um deles. Além disso, os ouvintes aprenderam a diferença entre “princípio” e “padrão” e como a cultura da época não “poluiu” as Escrituras.

Após o almoço, no qual os participantes puderam desfrutar de um momento de comunhão e também de debate do que foi apresentado durante a manhã, o pastor David Cerqueira estava de volta para falar sobre a “Suficiência” da Bíblia. Na sua exposição, o pastor apresentou aos participantes três abordagens possíveis à Palavra de Deus: a expressivista-experiencial, a linguístico-cultural, e a proposicionalista-cognitiva. Esta última foi destacada pelo David Cerqueira tendo em vista a perspectiva cristã de que as Escrituras expressam exatamente o que Deus tem a dizer a seus filhos, não dando margem a interpretações diversas. Assim, o pastor conclui que a Palavra de Deus é normativa, sistemática e cristocêntrica.

Para encerrar o dia, que contou com momentos de “quebra-gelo” para a interação dos participantes e também com tempo para perguntas, o Manuel Rainho, abordou dois momentos de interpretação das Escrituras: a exegese (significado do texto para os destinatários originais) e a hermenêutica (significado para quem a lê hoje). Este orador chamou a atenção dos jovens para o respeito pelo sentido original dos textos, tendo em consideração alguns aspectos como os diversos géneros literários e contextos históricos presentes na Bíblia. Além disso, frisou o cuidado que se deve ter no devocional para não tirarmos conclusões equivocadas da Palavra de Deus.

Assim se passou um dia muito rico na aprendizagem acerca da Bíblia, sendo ela uma das formas mais diretas de Deus falar conosco. Ela fala do plano de Deus, no tempo em que foi escrita, hoje e nos dias que hão de vir. Serviu para um povo, serve para a sua igreja e para cada um dos que o desejam seguir. É o nosso manual de sobrevivência, o nosso refúgio e a nossa espada.


O Domingo de Páscoa foi comemorado no dia 27 de março na Igreja do Mirante. A Páscoa é das quadras mais marcantes para os cristãos e ao longo de toda a semana a Ressurreição de Jesus foi celebrada na Igreja.

A alegria da vida em Jesus foi vivida logo desde o Domingo de Ramos, o dia em que nos juntamos àqueles que recebem o Messias dizendo: "Bendito o que vem em nome do Senhor!" (Lucas 19:38). As crianças também fizeram parte deste culto, que contou ainda com o batismo da Dina. Mais um motivo para darmos glória a Deus!

Páscoa no Mirante

Como já vem sendo hábito, na Sexta-feira Santa a Igreja esteve “Três Horas perante a Cruz” a lembrar o sacrifício de Jesus. Refletimos juntos acerca de cada uma das 7 palavras de Cristo na cruz, mas houve ainda música e oração.

Durante a manhã de sábado teve lugar o “Caminhar e Orar”, que juntou 34 pessoas numa caminhada que percorreu as três igrejas metodistas do Circuito do Porto (Mirante, Monte Pedral e Lordelo). Houve, assim, tempo de agradecer a Deus por tudo o que tem sido feito em cada Igreja em alguns momentos de oração e de louvor. Durante o percurso não se perdeu a oportunidade de parar e orar por diversas entidades da cidade do Porto, como os bombeiros ou hospitais. O convívio foi, sem dúvida, uma parte importante deste “Caminhar e Orar” que continuou as celebrações da Páscoa.

Páscoa no Mirante

O ponto alto destes dias de celebração e oração teve lugar no domingo, dia 27 de março, altura em que se festejou a Ressurreição de Jesus num culto com Santa Ceia. Neste, como nos dias anteriores, a comunidade foi chamada a participar e a viver de perto a vitória de Cristo sobre a Cruz!

Páscoa no Mirante

“Maria Madalena foi dar a notícia aos discípulos e dizia: «Eu vi o Senhor!» E contou-lhes o que ele lhe tinha dito.” João 20:18


CEMES - Eutanásia e morte assistida: Porque não?

Foi este o tema abordado na última sessão do CEMES, que congregou 55 participantes, cristãos de diferentes congregassões e, porventura, alguns não cristãos.

Recentemente, no nosso país, a discussão em torno da eutanásia e da morte assistida foi despoletada pelo manifesto “Direito a morrer com dignidade”, em defesa da despenalização e regulamentação da morte assistida e assinado por diversas personalidades públicas das mais variadas áreas da sociedade, políticos, jornalistas, artistas, médicos, entre outros. Os subscritores do referido manifesto consideram que a despenalização e regulamentação da morte assistida será a expressão concreta dos direitos individuais à autonomia, à liberdade religiosa e à liberdade de convicção e consciência, direitos inscritos na Constituição Portuguesa. A comunicação social também tem dado destaque a este tema, pressionando a discussão aberta, tanto entre profissionais da saúde como na sociedade em geral. De qualquer forma, para os cristãos todas as questões relacionadas com a morte e a vida estão sempre na ordem do dia, particularmente no período da Quaresma.

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CEMES - O Dinheiro na Bíblia

Mesmo sabendo que falar de dinheiro, nomeadamente no meio religioso, é um assunto sensível e nem sempre consensual, o tema escolhido para a sessão do CEMES do dia 30 de janeiro foi “O dinheiro na Bíblia”. Esta sessão contou com a presença de 50 participantes, entre eles alguns economistas, bancários, cobradores de impostos, tesoureiros, desempregados, também professores e alunos... Na verdade, a Bíblia não exclui o tema do dinheiro, antes pelo contrário. Em certo sentido, até podemos dizer que ao longo do Antigo e do Novo Testamentos em relação ao dinheiro e à riqueza a Bíblia é bem clara.

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“E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo.” Lucas 2:10

Foi com um coração feliz que a igreja do Mirante viveu o tempo de Natal e todas as atividades realizadas.

O advento foi celebrado ao longo dos quatro domingos que antecederam o dia de Natal e, através da cor e luz das velas do advento, da música, da partilha da palavra, da reflexão e oração que a igreja do Mirante afirmou: Feliz o que escuta, o que anuncia, o que partilha, o que se alegra e o que vive o Natal de Jesus...

O bazar da igreja realizou-se a 6 de dezembro, uma atividade tradicional de angariação de fundos, que contou com o envolvimento de muitos membros e amigos do Mirante na preparação e organização dos diferentes Stands (tômbola, mercearia, sabores de tradição, ccdecor, livros, roupas, embrulhos, etc.) e ainda na confeção das mais deliciosas iguarias (cachorros, bifanas e salgados diversos, doces e sobremesas, feijoada e caldo verde). Ao longo de todo este dia, muitos foram os que visitaram o Mirante, passando momentos agradáveis de convívio e partilha, podendo ainda usufruir de uma participação musical do grupo de jovens do Mirante, durante a tarde.

Tempo de Natal no Mirante

A Escola Dominical do Mirante também viveu este tempo de Natal de uma forma intensa e expressiva. Muitos foram os ensaios para o dia 20 de dezembro, dia da Festa de Natal da Escola Dominical. Através da música, da dança e do teatro, todas as classes, dos mais novos aos adultos, abriram as suas “Asas sobre a cidade” e contaram histórias que procuravam mostrar a forma como Jesus gostaria que todos vivessem o seu aniversário, com corações alegres, gratos e felizes. Após a festa, todos foram convidados para o tradicional cacau quente e para a Vigília de Natal, um tempo de adoração, louvor e oração em que todos foram incentivados a preparar os seus corações para o Menino Deus que iria nascer. Como já é habitual, a Vigília de Natal contou com a participação do Coro da igreja e, este ano, também com o grupo de louvor.

Tempo de Natal no Mirante

Os cantares de Natal pelas ruas do Porto foi mais uma oportunidade de anunciar o nascimento de Cristo, em conjunto com as restantes igrejas do Grupo Ecuménico do Porto. Assim, no dia 22 de dezembro, mais de 100 vozes cristãs ecoaram pelas ruas do centro da cidade, cantando hinos e cânticos de natal.

Que alegria ter a liberdade e o privilégio de abrir as portas da igreja do Mirante no dia 25 de dezembro para celebrar o Dia de Natal, num culto de adoração, louvor e ação de graças pelo presente maravilhoso de Deus Pai ao enviar o Seu Filho.

Tempo de Natal no Mirante

“pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.” Lucas 2:11


CEMES - Cristianismo e Política

No contexto do nosso tempo é frequente ouvirmos dizer: “À política o que é da política e à religião o que é da religião”, uma afirmação que pretende traduzir a ideia mais ou menos generalizada de que religião e política estarão em campos completamente distintos, até opostos.

Na sessão do CEMES do dia 28 de Novembro passado, a igreja do Mirante não se transformou na Assembleia da República, nem se encheu de políticos ilustres, mas de mais de 40 pessoas, na sua maioria cristãos comuns, de diversas confissões, e alguns sem religião, interessados em entender melhor as relações entre o Cristianismo e a Política, assim como num debate aberto sobre essas questões. A exposição do Professor de Direito Jónatas Machado foi brilhante e esclarecedora.

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Jantar dos Homens de Avental

No dia 21 de novembro, teve lugar, na Igreja do Mirante, mais um evento organizado pelos Homens de Avental, que, desta vez, decidiram fazer um jantar.

Ao contrário do que costuma acontecer, os Homens de Avental organizaram, então, um jantar, cujo tema era a cidade do Porto, na qual a Igreja está inserida. Assim, o “Jantar Portoguês” seguiu aproximadamente os mesmos moldes dos outros eventos que o grupo dos homens já fez. As sobremesas ficaram a cargo das Ladies do Mirante, que apresentaram doces típicos da cidade, como leite creme, rabanadas e aletria.

Depois do jantar, o serão seguiu de forma mais cultural e não só. Com algumas atividades de envolvência do público, vídeos promocionais da cidade e participações musicais e teatrais dos Homens de Avental e do grupo das Ladies, a alegria reinou noite dentro.

Tendo como principal objetivo angariar fundos para as obras da Igreja, o jantar contou com a presença de várias dezenas de pessoas.


Dia de Rumo à Escola Dominical

A Igreja do Mirante celebrou, no passado domingo dia 20 de setembro, o dia de Rumo à Escola Dominical. Com uma forte presença das crianças durante o culto, este foi o dia de retomar as atividades depois das férias de verão.

Os bancos repletos de gente indicavam que o dia era importante e quando, aos poucos, foram sendo apresentadas as diversas classes e respetivos professores, foi notório que para quase metade dos presentes era dia de regressar às aulas.

Desde os mais pequeninos aos mais experientes, os alunos da Escola Dominical compareceram à chamada e aprontaram-se para mais um ano de descobertas e aprendizagens.

Durante todo o culto, a música foi uma constante, com a participação dos mais novos e não só. O tempo era de reencontros e, no final do culto, o átrio da igreja encheu-se de animadas conversas, risos e brincadeiras das crianças.

Divididas pelas diversas faixas etárias, as classes estarão abertas para quem, ao longo do ano, queira também juntar-se ao grupo e ficar a saber mais.


Campo Bíblico de Férias para Jovens

De domingo a domingo. O Campo bíblico de férias 2015 foi uma semana única e que deixará boas lembranças, daquelas para serem revividas sempre que a saudade bater. Estiveram reunidos em Valdozende cerca de 40 jovens. Atividades não faltaram, houve diversos momentos para meditação; reflexão; estudo bíblico; oração; louvor; oficinas de teatro, dança, música e divulgação; tempo de lazer na piscina e diversas noites temáticas: noite de jogos, noite de aventura, noite desportiva com jogos de futebol; passeio; cinema e festa!

Nesse período do CBF, um espírito de comunidade foi evidente, visível na participação de todos nas atividades do campo, ou até mesmo nas arrumações... O isolamento do mundo proporcionado pelo CBF possibilitou aos participantes que a voz do Espírito Santo fosse ouvida. O convite à reflexão partiu do tema: “Deus está a chamar”. Um termo figurativo recorrente nas mensagens foi o de aceitarmos ou rejeitarmos a chamada telefônica que Deus faz (sendo que o custo da ligação já foi pago por Cristo Jesus na cruz).

Se Deus está a chamar, com certeza, surgem algumas inquietações em nossas mentes e corações. Assim, durante os dias do CBF, houve tempo para refletir sobre “Porquê eu?” com mensagem trazida pelo Pr. Eduardo Conde. Outra abordagem foi a do O Pr. Emanuel Dinis que incentivou os jovens a refletirem sobre sermos mordomos da criação de Deus. O Pr. Marcelo Fonseca de uma forma dinâmica explorou a questão: "Porque não atendo?". O Bispo Sifredo que esteve com os jovens durante todo o CBF trouxe a palavra: "Estou sim!" - que estimulou a reflexão quanto ao que acontece quando ouvimos o chamado de Deus e estamos dispostos a atender. Por fim, a Pastora Maria Eduarda ofereceu uma meditação sobre a questão: "e agora?", depois de conhecer e aceitar Jesus nas nossas vidas o que fazemos? Como compreender o que define a nossa identidade? Cristo é o centro das nossas vidas?

Para além de ouvir o Espírito e refletir sobre o chamado de Deus para nossas vidas, o período de férias no CBF proporcionou momentos de convívio e lazer. Amizades que já existiam puderam ser reforçadas, outras construídas. E, pela graça de Deus, foi possível experimentar o amor de Deus nessa comunhão de família alargada!

"Então ouvi a voz do Senhor a perguntar: «Quem vou enviar? Quem irá por nós?» Eu respondi: «Aqui estou eu! Envia-me a mim.»"
Isaías 6:8


Campo Bíblico de Férias para Crianças

Entre os dias 19 e 25 de julho aconteceu o Campo Bíblico de Férias, da Igreja Metodista Portuguesa, para crianças e adolescentes.

Mais uma vez, o local escolhido para este evento, foram as instalações da Igreja Metodista de Valdozende.

Neste encontro estiveram 32 participantes, acompanhados por 5 coordenadores e 5 monitores, não esquecendo a ajuda preciosa de 3 membros da Igreja de Valdozende nas questões logísticas.

O tema do Campo foi “Onde Estás?” e durante a semana aprendemos mais sobre: fé, amor, gratidão, arrependimento, justiça e vida – cada um exemplificado com histórias de Jesus. Os temas foram discutidos em grupos e apresentados trabalhos relativos a cada um.

Todas as manhãs éramos conduzidos num devocional onde cantávamos, ouvíamos a apresentação do tema e o respetivo versículo do dia.

Durante as tardes tivemos oportunidade de usufruir da Piscina de Paradela, e num dos dias realizamos a “Piscina Bíblica” que consistiu em jogos bíblicos, com direito a mergulho nas respostas certas.

O programa da noite foi bastante diversificado – a noite de Cinema, onde assistimos ao filme “Home”, noite de jogos, noite de louvor/ estudo bíblico, noite da fogueira e baile final. Numa das noites, e extra programa, os rapazes da camarata surpreenderam as meninas com uma serenata. No próximo ano os rapazes esperam o correspondente gesto ☺

Por fim, no sábado à tarde, apresentamos aos pais um resumo do nosso trabalho ao longo do campo.

Não podemos deixar de agradecer aos coordenadores e monitores que organizaram mais este campo, foi uma semana enriquecedora em Deus, cheia de convívio e aventura. Ficam as saudades e a promessa de regressar no próximo ano.

Henrique e Tiago


Almoço Homens de Avental

“A Dança de Deus” foi o mote para a sessão do CEMES de 30 de Maio. O tema, sugerido por mais um capítulo de Tim Keller em “A Fé na era do ceticismo”, foi apresentado por Aida Aranha e contou com comentários do Pastor Ricardo Canfield.

Neste texto, o autor dá-nos uma imagem do relacionamento entre as três pessoas da Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Keller sustenta que Deus é, na sua essência, relacional, e que o amor mutuamente doado entre as três pessoas da trindade cria uma dança, em que cada uma gira à volta das outras, para a glorificar.

Deus criou-nos para expandir a sua perfeita comunicação interior de felicidade e de amor, contudo nós “perdemos a dança” ao desobedecermos – a “Queda”, relatada na Bíblia, em Génesis 3.

Não obstante, ao morrer por nós, Jesus convida-nos a participar nesta dinâmica, a centrarmos a nossa vida em torno d’Ele. O propósito da vinda de Jesus é consertar o mundo todo, renovar e recuperar a criação, restaurar a justiça e a paz.

Somos assim convidados a entrar na dança de Deus, levando uma vida cristã que consiste em partilhar da alegria e deleite d’Ele, através da adoração a Deus, do serviço à comunidade humana e do cuidado com o meio ambiente, sua criação.

Depois da apresentação, que contou com a presença de cerca de 36 pessoas, seguiu-se o tempo de participação e debate, orientado pela socióloga Helena Vilaça.

O ciclo de debates à volta do livro “A fé na era do ceticismo” termina a 27 de Junho, com o desafio: “Para onde vamos?”. Contamos consigo!


Domingo da Juventude

No último domingo, dia 17 de maio, celebrou-se na Igreja do Mirante o Domingo da Juventude. A preparação do culto da manhã esteve a cargo dos jovens da igreja que através do louvor, oração partilha das escrituras e pregação, procuraram transmitir a mensagem proposta pelo Departamento da Juventude Metodista Portuguesa: “Tempo de viver os Sonhos de Deus”.

Desta forma, os jovens convidaram à reflexão sobre a vontade humana muito característica do tempo de juventude de lutar pela realização de sonhos, revelando a consciências do quão raras vezes esses sonhos coincidem com os sonhos de Deus! Atualmente, neste canto privilegiado do mundo, jovens e adultos, e os crentes em particular, estão expostos à tentação do consumismo numa tensão contínua entre a ambição de ter, voltando-se para si mesmos, e a necessidade de ser para os outros. O desafio reside na capacidade de deixar que o tempo de Deus intercepte o nosso tempo e faça viver, não sonhos que dificilmente se alcançam ou depressa se esfumam, mas sim os que o SENHOR tem para cada um.

Foi com alegria que a igreja do Mirante acolheu neste dia, cinco novos membros por Profissões de Fé, três dos quais são jovens com responsabilidades na Direção do Grupo de Jovens, bem como três membros integrados por transferência.

Partilhamos os testemunhos de algumas das pessoas que afirmaram publicamente a sua Fé neste Domingo da Juventude.








Entre os dias 23 a 27 de março decorreu o II Workshop para Crianças promovido pelo Mirante em Rede - Posso Ajudar, com o intuito de prestar um serviço de ocupação de tempos livres para crianças em férias escolares e apoiar jovens e adultos que se encontrem sem ocupação profissional.

"Aventura com Cristo" foi o tema trabalhado com o grupo de 19 crianças e adolescentes, que durante estes 5 dias procuraram conhecer mais sobre este Jesus Cristo que se quer aventurar com cada um deles, compreender o dever do cristão de se assemelhar à imagem de Jesus, descobrir os riscos, as dúvidas, os desafios, as potencialidades e alegrias de caminhar com o Filho de Deus e aceitar o seu convite de ser Pescador de Homens e fazer discípulos, proclamar Jesus como Rei das suas vidas, e finalmente olhar para a cruz, descobrir o amor de Deus e reconhecer o Seu poder porque Ele está Vivo! Ele Ressuscitou!

Assim, o grupo fez um percurso pelas Sagradas Escrituras, com tempos de aprendizagem, de debate, de louvor, de oração, de expressão através da pintura, da música, da dança e do teatro, tempos de brincadeira, de convívio e de partilha que promoveram o desenvolvimento de um espírito de grupo positivo e cheio de amor.

A semana terminou com uma festa de encerramento dedicada aos pais e a toda a congregação da igreja do Mirante, onde as crianças e adolescentes puderam partilhar as suas vivências e aprendizagens da semana.

Partilhamos um dos projetos desenvolvidos com o grupo durante esta semana, que revela a forma divertida como os participantes foram descobrindo a importância de cada um deles ter um relacionamento próximo, individual e genuíno com Jesus.


Estamos a celebrar o 138º aniversário do Mirante! As crianças que estão no workshop da Páscoa desejam os parabéns à igreja.

Venha festejar connosco e descobrir a aventura que elas estão a viver esta semana. Sexta, às 18h30, é o encerramento do workshop. Domingo, às 11h, celebramos não só o Domingo de Ramos, mas também o aniversário da igreja!


CEMES: Religião ≠ Evangelho

“Religião e Evangelho” – qual a diferença? Foi o tema da sessão do CEMES, entre exposição e debate, que aconteceu no dia 28 de fevereiro. A apresentação e exploração deste desafio, lançado por mais um capítulo da obra de Tim Keller “A Fé na era do ceticismo”, coube ao Pastor Eduardo Conde, da Igreja Metodista de Aveiro.

Partindo da ideia explorada anteriormente em “O problema do pecado “, Keller interpela-nos: se o nosso maior problema é o pecado, e a solução é Deus, porquê buscar a resposta no Cristianismo? Porque não outra “religião” ou a minha fé pessoal? O autor estabelece claramente, e à partida, que a resposta passa por distinguir duas realidades bem distintas: Religião e Evangelho. Religião refere-se à salvação pelo esforço moral e Evangelho apresenta a salvação pela Graça. E a diferença é Jesus.

São estas as duas motivações distintas que levam a vidas radicalmente diferentes: entre a ideia de que Deus nos aceita devido ao nosso esforço e o entendimento de que Deus nos aceita devido ao que Jesus fez. Como diz Keller: a religião segue o principio “obedeço, logo sou aceite por Deus”; em alternativa, o Evangelho possibilita dizer “sou aceite por Deus, por aquilo que Jesus fez, logo, obedeço”.

Depois da apresentação, abriu-se o tempo para a participação e contribuição de todos os presentes (cerca de 45 pessoas); um momento sempre importante e produtivo, na concordância e confronto com o que foi apresentado, suscitando questões e diferentes reflexões.

As sessões do CEMES em 2015, continuarão a ter como ponto de partida o livro e propostas de Tim Keller para reflexão e debate. O próximo encontro, já próximo da celebração da Páscoa, acontece no dia 28 de março, com o tema “A (verdadeira) história da Cruz”. Esperamos contar consigo!


Vigilia de oração pela paz

No passado dia 15 de fevereiro, o culto da tarde foi um pouco diferente do habitual. Estando a sua preparação a cargo do grupo de jovens, a Vigília de Oração pela Paz teve como tema “Dá-me de beber”, cuja reflexão se baseou na passagem bíblica de João 4:1-42. Tal como a nossa sede física, também a sede espiritual, mais profunda e nem sempre percetível, é saciável. Todos sentimos essa sede mas muitos ainda não encontraram a fonte de onde jorra a água capaz de supri-la. Jesus apresenta-se, no encontro com a mulher samaritana relatado na passagem, como essa fonte, declarando que todo aquele que daí beber, nunca mais terá sede. Assim, fomos também nós convidados a ter um encontro com Jesus e a beber da água eterna que Ele nos oferece.

Todo o culto foi marcado pela interação entre os presentes e pela ampla utilização da música, como forma de passar mais facilmente uma mensagem. Cada um dos presentes teve oportunidade de refletir interiormente e de partilhar com os outros algo que considerasse importante.

Como é hábito no terceiro Domingo do mês, houve celebração da Santa Ceia, a qual deu origem a um novo momento de partilha e de demonstração de afeto para com os outros. Este foi um dos pontos altos desta Vigília, na qual foi dada a conhecer, também, a constituição da nova direção do grupo de jovens. No final, houve ainda espaço para alguma confraternização antes do início do ensaio do coro da igreja.


CEMES: O Problema do Pecado

Como temos nós e a sociedade olhado para o pecado e de que forma falamos dele? Mais de trinta pessoas aceitaram o desafio e vieram discutir a questão no passado sábado dia 31 de janeiro em mais uma sessão do CEMES. “O problema do pecado” serviu de tema à exposição que, desta vez, esteve a cargo da pastora Maria Eduarda Titosse. Continuamos, então, a estudar juntos o livro de Timothy Keller: A fé na era do ceticismo.

O autor americano apresenta neste capítulo o problema do pecado e considera mesmo que este é ofensivo para a cultura contemporânea. Tim Keller vai para além do óbvio – como, aliás, já nos tem habituado – e expõe uma ideia algo diferente. Ele diz que “O pecado não é apenas fazer coisas erradas, mas sim pôr as coisas boas no lugar de Deus. Pecado é criar uma identidade sem Deus: Algo mais que não Deus, é Central, Significativo e Dá Propósito à nossa vida.”. Esta é uma frase que resume bem a ideia de que o pecado não é apenas uma questão ético-moral e é bem diferente daquilo que a sociedade contemporânea defende.

Não poderia terminar esta sessão sem que os presentes tivessem a sua oportunidade de intervir discutindo e debatendo as ideias que haviam sido apresentadas. Este tempo de debate aprofunda ainda mais a discussão e dá-nos a conhecer perspetivas diferentes da nossa – e de Tim Keller, porventura.

As sessões do CEMES começam já a ganhar o um espaço indiscutível na agenda de quem gosta de refletir, pensar e debater por isso não se esqueça que dia 28 de fevereiro seguiremos para um novo capítulo.


Nascer de Novo

Este é o nosso José Guimarães, entrevistado e fotografado pelos jornalistas Manuel Roberto e Mariana Correia Pinto, no seu projeto “Porto Olhos nos Olhos”.

Com um sorriso nos lábios e braços abertos, o Zé conta como é sempre possível nascer de novo.


Natal no Mirante

Tal como há cerca de 2000 João Baptista preparou o caminho para aqueles que queriam receber Jesus, o Messias; este ano, na igreja do Mirante, a caminhada para o Natal fez-se relembrando profecias e chamamentos de Deus no Novo e no Velho Testamentos, num Advento com o tema “Sinais Improváveis”. Nos quatro domingos que antecederam o Natal, olhamos para muitas escolhas improváveis que Deus fez, todas elas apontando para Jesus, também ele nascido de uma forma insólita. Vimos os sinais vindos de Moisés, David, Samuel e João Baptista, entre outros, antigos e também actuais, preparando assim os nossos corações para, no Natal, estarem abertos a receber com alegria o menino Jesus.

Um marco importante na época natalícia do Mirante é a Festa de Natal. No dia 21 de Dezembro, os alunos e professores da Escola Dominical prepararam um programa com música e teatro que, além de animarem toda a plateia, mostraram a essência do verdadeiro Natal: o Amor de Deus, que é infinito e para todos! A peça apresentada pelas crianças, adolescentes e jovens passava-se numa floresta. N'“O Natal na Floresta”, os animais passaram o Natal e cantar, a dançar e a contar histórias de Natal. Personagens como a Rosa, uma menina que teve de passar o Natal num comboio devido a uma tempestade de neve; e o velho Pierre, um velhinho que apesar de estar só teve a inesperada visita de Jesus, mostraram a mensagem de partilha que o Natal nos traz. Este dia incluiu ainda um lanche com o delicioso e tradicional cacau quente, e terminou com uma Vigília onde foram entoados os mais belos hinos e cânticos de Natal.

Outra iniciativa à qual a igreja do Mirante se aliou foram os Cantares de Natal pelas ruas do Porto, um acontecimento que todos os anos junta cristãos de várias denominações. Cânticos de Natal são levados à rua, anunciando assim o nascimento de Jesus e proclamando aos portuenses e visitantes da cidade do Porto, a mensagem de Natal. Aconteceu no dia 22 de Dezembro, num percurso que teve início na praça da Batalha e fim na igreja do Mirante, passando-se pela Rua de Santa Catarina e pela Avenida dos Aliados. O Mirante recebeu-nos novamente com um cacau quente, que tão bem soube numa noite fria, mas tão bem passada.

Como só podia acontecer, o Dia de Natal foi também dia de culto! Às 11h do dia 25 de Dezembro, o templo do Mirante encheu-se de alguns habituais e de outros que nos visitaram. Foi um tempo de celebração do aniversário de Jesus. O seu nascimento foi relembrado pelo texto que se encontra em Lucas 2, e ainda pelos cânticos e hinos de Natal. A mensagem que o Bispo Sifredo nos transmitiu nesse dia foi para nos deixarmos inundar pelo Amor de Deus, comprovado pelo envio do seu filho ao mundo, e dessa forma deixarmos que Ele também nasça e cresça em nós.


As Pistas de Deus

A sigla CEMES tem já uma vida própria. Para além de encurtar Centro Metodista de Estudos, CEMES tem sido um sinónimo de reflexão, desafio, discussão e de bate de ideias. No passado sábado, dia 1 de novembro, não foi exceção.

Dando seguimento ao programa pensado para este ano letivo, inaugurou-se o estudo a segunda parte do livro de Reason for God de Timothy Keller – As Razões para Fé – onde, depois de na primeira parte o autor ter desmontado as mais populares críticas à fé cristã, passa a discutir as razões fundamentais para a fé.

A cargo de Helena Vilaça esteve uma breve introdução a esta segunda parte do livro, num exercício muito útil de integração de todos os temas que têm vindo a ser tratados com aqueles que serão abordados na segunda parte do livro. Estava então aberta a porta para As Razões para a Fé. O primeiro capítulo desta segunda jornada para que Timothy Keller nos convida, tem por título As Pistas de Deus e foi apresentado por Pedro Fonseca.

Mantendo-se fiel a sim mesmo, a abordagem de Keller volta a ser bastante original, ao sugerir que, ao contrário do que é habitual, não pensemos em provas para a existência mas sim em pistas. Uma alteração que poder parecer uma mera questão de semântica, mas que faz uma pequena grade diferença. Foram então apresentadas as 4 pistas: o misterioso Big Bang, o acolhimento cósmico, a regularidade da natureza e, por fim, a pista da beleza. Aquilo que Keller tenta mostrar é que, embora não sejam provas irrefutáveis para a existência de Deus, se refletirmos sobre estas quatro questões, talvez cheguemos à conclusão que são pistas bastante fortes para a existência de Deus.

Finalmente, Tim Keller, como mais commumente é conhecido, discute ainda as fragilidades que podem ser apontadas à investida que o novo ateísmo (de Richard Dawkins, Christopher Hitchens e Sam Harris) tem feito à crença numa entidade divina, numa crítica ao reducionismo ambicioso – para usar um termo cunhado por Daniel Dennett – da biologia evolucionista.

Como vem sento também já costume, esta sessão do CEMES não terminou sem que houvesse tempo para que todos os presentes participassem também numa interessante sessão de debate e discussão das ideias apresentadas.

O estudo do livro Reason for God de Tim Keller continua no último sábado deste mês de novembro. Mas para saber qual o capítulo que vai ser apresentado e discutido, podemos apenas dizer que nesta última sessão estivemos debruçados sobre o capítulo oitavo. Fica a pista…


Festa das colheitas

Durante o mês de Outubro, todos aguardamos a Festa das Colheitas, uma celebração que enche o nosso Templo de frutos da terra e o nosso coração de alegria e gratidão ao Deus Criador, pela Vida que Ele é, a que nos concede e a que faz brotar por todo o lado...

Assim aconteceu no domingo passado, dia 12, em que toda a envolvência nos preencheu os sentidos e se revelou um apelo para observar e admirar a fecundidade da terra e os ciclos da Vida, de que Deus é o Autor. Acreditamos que a Criação é um dom de Deus e uma expressão da sua imensa bondade por nós, ao ponto de ousar partilhar connosco o seu poder Criador! Por isso, neste dia, demos-Lhe graças e louvamos o seu Nome pela água, pelo Sol, pelas sementes que lançamos à terra e pela colheita que sempre chega, no tempo próprio. O coro da igreja animou a celebração deste dia especial, entoando o hino “A terra semeamos...”.

Lembramos que também somos criaturas de Deus e que Ele nos fez cooperantes na preservação de tudo o que criou, não só para nós, mas para todos os que Ele aqui colocar depois de nós. Fomos ainda exortados a partilhar o que recebemos de Deus com aqueles a quem pode faltar o pão à mesa ou atenção e carinho em tempo de solidão. Nesse sentido, os bens que conseguimos juntar no nosso templo, foram depois distribuidos por pessoas e instituições que a nossa igreja apoia. Também, durante a tarde deste domingo, em grupos que integraram pessoas de todas as idades, visitamos alguns irmãos idosos e doentes, que por essa razão, há já algum tempo, não se podem juntar a nós nos cultos dominicais, como gostariam que acontecesse. Na casa de todos eles fomos acolhidos fraternalmente e com a alegria própria de quem recebe os que com eles partilham a mesma fé. Com cada um deles trocamos memórias, lemos um texto bíblico, cantamos, oramos,... Em suma, levamos algum alento, mas acabamos por receber muito mais...

Já no final deste dia, no culto das 18 h, sempre em espírito de adoração e ação de graças ao nosso Deus “que tudo dá”, partilhamos uns com os outros as experiências vividas neste dia, vivências que sentimos que devemos multiplicar por mais dias durante o ano.


Felizes para sempre

Motivados tanto pelos desafios do seu ministério pastoral que os levou ao trabalho de aconselhamento de casais, como por um livro escrito por Timothy Keller sobre o sentido do casamento, Tiago e Ana Rute Cavaco acabaram a escrever um livro sobre esse mesmo tema. No passado dia 4 de outubro estiveram na Igreja Metodista do Mirante para fazer a sua apresentação.

Felizes Para Sempre e outros equívocos acerca do casamento foi o título escolhido para um livro sobre o matrimónio, mas que não deixa de ser uma boa reflexão sobre as relações pessoais num sentido amplo. Depois do prefácio, escrito pela esposa Ana Rute, o marido Tiago escreveu sete capítulos onde tenta resolver outros tantos equívocos que comummente se acham sobre o casamento. Sempre com um discurso estimulante, o pastor e músico – que se mostrou perito em abordar este tema com a profundidade e seriedade que merece, ao mesmo tempo que arrancava algumas gargalhadas aos presentes – foi expondo cada capítulo do livro, aguçando a curiosidade dos presentes para a sua leitura.

Numa das mais interessantes considerações feitas na apresentação, Tiago Cavaco referiu que no casamento, homem e mulher adquirem uma nova natureza. Por isso mesmo, esperar ser depois do casamento, as mesmas pessoas que eram antes, é um equívoco. Defendeu então que o casamento é um instrumento de Deus para que, através da transformação da vida dos cônjuges nessa união a três – homem, mulher e Deus – eles também se aperfeiçoem e aproximem mais do Criador.

Ao escrever este livro, Tiago e Ana Rute Cavaco acreditam estar a contribuir para que haja, nas prateleiras das livrarias, literatura cristã que aborda o tema do casamento não de uma forma “cor-de-rosa” – muito embora esta seja a cor da capa do livro – e sem partir de uma posição ideologicamente neutra. Em Felizes Para Sempre, apresentam o casamento como este foi pensado por Deus, com base nas verdades bíblicas sobre as relações humanas, nos conceitos de transformação pessoal e da novidade de vida que há em Cristo.

No final, houve ainda tempo para uma sessão de perguntas e respostas onde as cerca de 90 pessoas presentes na Igreja do Mirante tiveram oportunidade de interpelar o autor.

A leitura deste livro é um desafio tanto para crentes como para aqueles sem qualquer tipo crença. Como diz Tiago Cavaco a páginas tantas no seu livro, quando pensamos naqueles que amamos ou deixamos de amar, esse assunto mexe com as nossas entranhas. Então talvez seja razoável “que haja pessoas que enquadrem essa importância ao nível do que consideram ser espiritual […]. Vistas as cosias desta perspetiva, talvez não seja tão reprovável ler este livro”. E certamente não será.

Agora sem equívocos sobre felicidade e casamento, vivamos Felizes Para Sempre.
Fim.


Campo Bíblico de Férias para Jovens

“Deus amou de tal modo o mundo que entregou o seu Filho único, para que todo o que nele crer não se perca, mas tenha a vida eterna”

João 3:16

Eis, figurativamente, o autocarro para o qual cerca de 40 jovens foram desafiados a entrar e, assim, a seguir uma viagem de aventura com Cristo e por Cristo. Este foi o convite e tema que acompanhou a semana do Campo Bíblico de Férias de 2014, promovido pelo Departamento de Juventude Metodista Portuguesa, decorrido de 3 a 10 de Agosto. Acolhendo campos de férias ao longo de anos e gerações de jovens, as instalações da Igreja Metodista de Valdosende, no Gerês, foram o local onde estes jovens puderam encontrar-se com Deus, aprender sobre Ele, estreitar laços de amizade, e acima de tudo, experimentar o profundo amor de Deus.

Na segunda-feira, contámos com a presença do José Moreira como orador, que abordou o subtema “Deus amou o mundo”. Refletimos sobre o Criador, a magnificência da Sua criação, e o propósito de Deus ao criar o homem: amá-lo e ser por ele amado. Focados nesse propósito, cada um foi convidado a pensar nos planos que traça para a sua própria vida.

Na terça-feira foi a vez da pastora Maria Eduarda Titosse apresentar-nos o tema “Viver num mundo que (não) ama a Deus”, onde pudemos ser confrontados com as possibilidades que se nos abriam ao vivermos nesse mundo. Qual é o nosso papel? Conformarmo-nos com a maioria ou antes sermos contracultura e não temermos em afirmarmos a nossa identidade como seguidores de Cristo? Deixamo-nos influenciar ou influenciamos?

O dia de quarta-feira, dedicado a um passeio pelo Gerês, foi repleto de convívio, contacto com a natureza e alguns quilómetros de caminhada, que apesar de estafantes, nos conduziram a águas tranquilas!

Na quinta-feira, com o tema da manhã apresentado pela Rute Campos, debruçámo-nos sobre a dimensão do amor de Deus ao sacrificar o seu próprio filho, para que cada um, indivisivelmente, alcançasse a salvação. Foi um tempo de grandes testemunhos e partilha, onde pudemos compreender a importância que a fé tem nas nossas vidas, principalmente quando surgem as maiores adversidades.

A fé não é mera credulidade. É também confiança Naquele que sabe o que é melhor para nós e por isso também requer obediência. Queremos entregar as nossas vidas nas mãos de Deus e poder realmente afirmar “Por Cristo eu vou!”? Foi este o tema da manhã de sexta-feira, em que ouvimos o pastor Ricardo Canfield.

A semana foi ainda preenchida com idas à piscina, jogos, cinema, futebol, dança, música, teatro, desafios, meditação, leitura da Bíblia e muito louvor. Na última noite, apesar do evidente cansaço geral, podíamos sorrir ao pensar na quantidade de bênçãos que naquela semana tínhamos recebido e em quão boa era a união que tinha sido construída entre todos os jovens. Foi um tempo de compromissos com Deus e de muita oração.

E foi assim a nossa semana:



Por Cristo eu vou! E tu?


Campo Bíblico de Férias para Crianças e Adolescentes

"Eu não entendo muita coisa ainda
Mas eu já sei uma verdade linda
É que Jesus me ama pra valer!"

Estas são as palavras de um cântico que ensinamos às nossas crianças, mas que quisemos cantar de uma outra forma, vivenciando-as na experiência quotidiana de uma semana passada num Campo Bíblico de Férias. Assim, entre os dias 20 e 26 de Julho, um grupo de mais de 40 crianças e adolescentes reuniu-se nas instalações da igreja metodista de Valdozende, no CBF de 2014, organizado pela Comissão de Crianças e Adolescentes da IEMP e destinado a campistas entre os 6 e os 14 anos.

Acompanhados por uma equipa de 11 voluntários, entre coordenadores e monitores e apoio logístico das igrejas de Aveiro, Braga, Mirante, Oliveira de Axeméis e Valdozende, estas crianças e adolescentes exploraram o tema “À descoberta do Amor de Deus”, através de momentos de louvor, oração e estudo bíblico, da memorização do versículo da semana, atividades de expressão plástica, musical e dramática, jogos bíblicos, passeios e outros desafios. Por isso, esta semana sendo de férias, brincadeira, festa, aventura e companheirismo, também demonstrou ser de grande crescimento espiritual e aprendizagem da Bíblia.

As experiências mais marcantes desta semana foram partilhadas no dia 26 numa festa de encerramento do CBF preparada especialmente para as famílias dos campistas.

Para este CBF, a Igreja do Mirante conseguiu mobilizar cerca de 20 crianças e adolescentes, entre alunos da nossa Escola Dominical e seus amigos e familiares. Também entre os coordenadores e monitores, pudemos contar com a colaboração de 4 dos 10 voluntários.

Publicamos aqui o testemunho de uma das campistas da igreja do Mirante, também aluna de uma das classes dos mais novos da nossa Escola Dominical:

“Eu gostei do Campo Bíblico de Férias, porque gostei do tema geral que foi: “À descoberta do Amor de Deus”. Pudemos falar sobre Jesus e fazer novas amizades. Tínhamos monitores simpáticos que nos ajudavam quando nós precisávamos. Também gostei das outras atividades que tivemos ao longo do dia, sobretudo da piscina e a comida que era muito boa. Valeu mesmo a pena ir ao Campo bíblico de Férias em Valdozende!”

Dina Felício


Fomos feitos para descansar

"As férias estão a chegar. Praia, passeio, descontração,lazer... Que vontade! E que bela desculpa para refletirmos acerca do descanso!"

Esta é a proposta que o John Pallister fez no GBU e que nós trazemos até aqui. Um excelente texto que nos vai convencer da importância do descanso. Leia aqui.


Se é fã de séries policiais, provavelmente conhece Pauley Perrette como a cientista Abby Sciuto da série NCIS - Investigação Criminal. Sabia que ela é metodista? Veja aqui o seu testemunho.


Há um Grupo que é Bíblico e Universitário

É verdade, na Universidade existe um grupo que te ajuda a perceber o que é que os teus estudos têm a ver com a tua fé e de que forma é que essa fé pode ser activa no meio académico. Para saberes mais sobre o Grupo Bíblico Universitário, lê o artigo do Pedro Fonseca, publicado no último Portugal Evangélico.


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